Resenha: Oblivion (2013)

Olá, pessoas.

Sinto dizer que esse post poderia ser diferente. Eu poderia resenhar sobre o “temido” filme A Morte do Demônio, porém, sou menor de idade e não entro na sala de cinema “nem acompanhada pelos seus pais, é a lei” segundo uma não tão simpática funcionária do Cinemark.

Depois de muito protestar, acabei trocando jovens possuídos pelo Tom Cruise: fui assistir Oblivion.

Ficheiro:Oblivion poster.jpg

No filme, estamos em uma Terra devastada no ano de 2077, Jack Harper (Tom Cruise) é um funcionário de um tipo de “governo” e é responsável pela manutenção de equipamentos de segurança no nosso planeta que fora destruído em um grande confronto com alienígenas, anos antes. O que sobrou da humanidade vive agora em uma colônia na lua de Saturno, Titã, onde Jack e sua ajudante Vika (Andrea Riseborough) irão dali a duas semanas, quando seu trabalho na Terra for finalizado. Porém, em dado momento, uma espaçonave cai na Terra e Jack consegue salvar uma única tripulante, Julia (Olga Kurylenko), que, ao vê-lo, balbucia seu nome, mesmo Jack não reconhecendo a astronauta. A partir daí, ele começará a buscar respostas sobre o que aconteceu no passado e sobre quem realmente é.

Para quem gosta de ficção científica e enredos pós-apocalípticos, o filme é um prato cheio: espaçonaves, robôs, armas-laser são mostrados o tempo todo no filme, que, além de ter esse cunho futurista, também trata de questões mais sentimentais como: o envolvimento de Jack e Vicka e, posteriormente, de Jack e Julia e a busca pela descoberta da “paz interior” de Jack, que possui um refúgio quase bucólico em meio a tanta tecnologia e, por que não, apatia desse futuro terrestre.

Oblivion também possui uma fotografia instigante ao mostrar ruínas que nada mais são do que “monumentos” da atualidade, como o topo do Empire State Building, a ponte Golden Gate, navios, submarinos e etc.

Porém, para os fãs de filmes “lógicos”, Oblivion pode ser um pouco decepcionante, principalmente por tratar quase que contraditoriamente de questões como a relação que virá a existir entre Jack e Julia e seu desfecho.

Em resumo,  Oblivion é um filme que prende a atenção do público e possui ótimas atuações de Tom Cruise e Morgan Freeman, que interpreta Malcom Beech, líder da resistência ao governo de 2077.

E mais uma vez, fica difícil acreditar que Tom Cruise já tem quase 50 anos… Esse cara não envelhece nunca?

Oblivion 
Dirigido por: Joseph Kosinski
Gênero: Ação, Aventura , Ficção científica
Nacionalidade: EUA
Classificação: 8,0
 
É isso, até mais :3
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