#Top 10 Filmes – Junho

Olá, galera!

Já que estamos na semana das listas dos “10 mais” vou apresentar um pouco dos meus filmes favoritos para vocês. Entendam que é muito difícil eleger os melhores filmes que você já viu na vida, por isso listei meus favoritos que vi no mês, a não ser pelo meu “top 3” que eu acho que custará a mudar!

Vamos à lista:

10) Pi – Do diretor Darren Aronofsky

Não confunda com “As Aventuras de Pi”! Esse filme de ficção científica de 1998  é um thriller psicológico que deixará qualquer matemático angustiado.  Max (Sean Gullette) é um matemático que vive isolado em seu apartamento e, em meio a suas intermináveis pesquisas, descobre um padrão universal ao lidar com a bolsa de valores. Pouco tempo depois, um grupo de investidores de Wall Street planeja negociar com Max para que ele revele como a descoberta funciona e, ao mesmo tempo, Max é perseguido por um grupo de religiosos judeus que acredita que tal padrão pode desvendar os segredos do Torá. Max deverá tomar muito cuidado para não enlouquecer com os fatídicos números. Do mesmo diretor de Black Swan e Requiem for a Dream.

9) Freud: The Secret Passion – Do diretor John Huston

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Baseado na vida de Sigmund Freud, o filme americano de 1962 explica sucintamente como se desenvolveram algumas das teorias mais famosas do psicanalista, que se tornaram verdadeiras polêmicas no fim do século XIX. O filme retrata a relação do médico com seus pacientes e com a sua esposa, que chega a desconfiar de suas técnicas um tanto exóticas. O roteiro original do filme foi escrito pelo filósofo Jean-Paul Sartre, que, após algumas desavenças com o diretor, teve seu nome retirado dos créditos.

8) Trainspotting – Do diretor Danny Boyle

Considerado pelo jornal The New York Times como um dos 1000 melhores filmes já produzidos, o filme de 1996 conta a história de um grupo de jovens viciados em heroína em Edimburgo, na Escócia, e conta a trajetória das personagens para conseguir se livrar do tal vício. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Irvine Welsh.

7) Take Shelter – Do diretor Jeff Nichols

Premiado no Festival de Cannes, o filme conta a história de Curtis (Michael Shannon), que vive em uma pequena cidade de Ohio com sua esposa Samantha (Jessica Chastain) e sua filha Hannah (Tova Stewart), uma menina surda. Em determinado momento, visões de uma grande tempestade apocalíptica começam a atormentar Curtis, que construirá um abrigo para que a família sobreviva a esse tal “fim do mundo”. Um drama muito tocante, com pitadas de mind-blowing (Isa Faria approves, hehe).

6) Frida – Da diretora  Julie Taymor

Esse filme de 2002 é do gênero drama biográfico e conta a história da pintora surrealista mexicana Frida Kahlo, brilhantemente interpretada pela atriz Salma Hayek. Desde sua adolescência até sua morte, Frida se acidentou diversas vezes, tendo que passar por dolorosas cirurgias e pela dor maior de nunca conseguir ter o seu grande amor, Diego Rivera (Alfred Molina), somente para si.  Atenção para Geoffrey Rush no papel de Leon Trotsky!

5) The Artist – Do diretor  Michel Hazanavicius

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O Oscar de melhor filme é apenas um dos muitos prêmios que essa obra coleciona. O filme francês, e mudo, de 2011, tem um charme próprio e conta a história de um ator em declínio e de uma atriz em ascensão na época em que o cinema falado começa a substituir o cinema mudo. A trama acontece  em Hollywood entre os anos 1927 e 1932, fazendo com que o filme preserve, de fato, todas as características do bom e velho cinema clássico.

4) Kynodontas – Do diretor Yórgos Lánthimos

Sim, eu estou falando grego! Kynodontas, ou Dente Canino, em português, é um filme de 2009 que conta a história de uma família totalmente isolada do mundo exterior, possuindo até um vocabulário próprio, com isso, acredita-se que os três filhos de um casal seguem livres de “más influências”. Entretanto, isso muda. Uma segurança do pai da família é a única pessoa “de fora” autorizada a entrar na casa para satisfazer as vontades sexuais do filho, porém, ela acaba por ensinar algumas coisas para as outras duas filhas do casal, o que pode ser trágico para a “harmonia” da família.  O melhor filme que eu assisti em junho!

3) Central do Brasil – Do diretor Walter Salles  

Ficheiro:Central do Brasil poster.jpg

Filme de 1998, marcado pela exímia atuação de Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar de melhor atriz por interpretar Dora, uma mulher que escreve cartas na estação Central do Brasil e que, por obra do acaso, acaba tendo de acolher Josué, um menino de 9 anos que busca reencontrar seu pai no nordeste. Típico road-movie “salliano”, o filme retrata a trajetória dessa dupla, em meio a uma trilha sonora que me faz chorar toda santa vez que assisto a essa obra-prima!

2) Donnie Darko – Do diretor Richard Kelly

Com uma trilha sonora impecável, bons e atores e um enredo que, primeiramente, é julgado como típico de um filme de drama adolescente, Donnie Darko, filme de 2001, é um dos melhores filmes que eu já assisti. Uma trama que mistura ficção científica com uma dose cavalar de mind-blowing pode não parecer muito convidativa, mas Richard Kelly surpreende: Donnie Darko é um adolescente um tanto perturbado, mas que vive uma vida normal, até que começa a ter diversas visões de um bizarro coelho gigante que  diz que o mundo acabará em 28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos. A partir daí, estranhos eventos envolvendo viagens no tempo, “buracos de minhoca” e muita queima de neurônios começam a acontecer. Tudo isso ao som de Joy Division, Tears for Fears, entre outros. Ao fim do filme, encarei por um minuto a tela preta do meu notebook, apenas pensando: Mas o que acabou de acontecer aqui?

1) Mr. Nobody – Do diretor Jaco Van Dormael

Um título curioso e um enredo que mostra como uma única escolha pode mudar a sua vida, e como optar por não escolher, também. Mr. Nobody, 2009, conta a história de Nemo Nobody, um ancião que, em um futuro distante, relata diversas histórias de vida diferentes a um repórter, que sempre o indaga qual delas é a correta, de fato. O filme mistura drama, romance, fantasia, Teoria das Cordas, Efeito Borboleta, Anjos Arcontes e uma bonita trilha sonora. Pode parecer impossível, mas essa miscelânea funciona muito bem e emociona o espectador que, com certeza, não esperava um filme tão fascinante.

É isso, galera!
Espero que tenham gostado da minha lista! E vocês? Têm alguma sugestão de filme?

Fui!

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