#LateraldaLeitura: Anne Frank

Olá habitantes, estão gostando dos post na Semana das Mulheres? Eu to! E como o propósito dessa semana era contar um pouquinho mais pra vocês sobre as mulheres que mais marcaram cada área aqui da Avenida, eu escolhi falar sobre uma das maiores guerreiras do mundo real e do mundo literário: Anne Frank 

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A maioria dos habitantes dessa Avenida provavelmente já sabem quem é Anne Frank, mas não custa nada contar para aqueles desinformados.

Annelies Marie Frank, era uma garota alemã com origem judaica, que assim como muitos outros judeus foi vítima do Holocausto, ficou famosa por ter escrito em um diário sua vida em um esconderijo durante um pouco mais de dois anos (12/05/1942-1/08/1944). Anne nasceu na Alemanha, mas passou a maior parte da sua vida em Amsterdã. No diário ela escreve sobretudo sobre seus sentimentos, sobre seu cotidiano e também algumas lembranças de como era sua vida antes de ter que ficar em um esconderijo. Até que em 1944, um desconhecido revelou às autoridades nazistas do esconderijo.

No “anexo secreto” viviam, Anne, seu pai (Otto Frank), sua mãe (Edith Frank), sua irmã (Margot Frank), logo depois se juntaram a eles a família van Pels: Hermann, Auguste e Peter e depois de um tempo um dentista americano,  Fritz Pfeffer.

“No seu texto, Anne Frank examinou seus relacionamentos com os membros de sua família, e as fortes diferenças de personalidades. Ela se considerava a filha mais próxima emocionalmente de seu pai, que depois comentou: “Eu tinha um melhor relacionamento com Anne do que com Margot, que era mais apegada à mãe. A razão para isso pode ter sido o fato de Margot raramente mostrar seus sentimentos e não precisar de tanto apoio porque não sofria as mudanças de humor de Anne.” As irmãs Frank começaram uma relação mais estreita do que tinham antes de se esconderem, embora Anne às vezes expressasse ciúmes em relação a Margot, particularmente quando os moradores do esconderijo criticavam Anne por não ter a natureza gentil e plácida de Margot. Com o amadurecimento, as irmãs foram capazes de confiar mais uma na outra. Em 12 de janeiro de 1944, Anne escreveu, “Margot está muito melhor… Ela não está tão hostil esses dias e está se tornando uma verdadeira amiga. Ela não me vê mais como um bebê.””

Anne também tinha um relacionamento difícil com sua mãe, com o dentista, com Auguste van Pels e com Peter, porém depois de um tempo teve um romance com o “vizinho”.

Depois de tanto tempo escondidos e faltando pouquíssimo para sobreviverem à Segunda Guerra Mundial com vida, todos os moradores no anexo secreto foram capturados e levados para o campo de concentramento. Otto Frank, foi o único sobrevivente, e foi ele, que voltou ao esconderijo, achou o diário e o publicou.

O Diário de Anne Frank, que apesar de ter vivido a tempo apenas de ser menina e não de se tornar uma mulher, é uma leitura que nos ensina muitas coisas. Não só a sermos gratos pela vida que levamos, mas também nos mostrou como uma criança de 13 anos pode ser tão corajosa e enfrentar tantas coisas que a maioria de nós não chegamos nem perto de enfrentar.

“Os pais podem dar bons conselhos, ou colocá-los no caminho certo, mas a formação final do caráter de uma pessoa está em suas próprias mãos.”

“Apesar de tudo, eu acredito que as pessoas tem um bom coração.”

“Que maravilha é ninguém precisar esperar um único momento para melhorar o mundo.”

“Papel tem mais paciência do que pessoas.”

Parabéns à todas as mulheres leitoras do Sétima Avenida, me contem aqui nos comentários o que vocês acham da Anne Frank ou até mesmo qual a mulher da literatura que vocês acreditam que deveria ser mencionada.

Um beijo e até semana que vem,

Renata Serapião

 

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2 comentários sobre “#LateraldaLeitura: Anne Frank

    • renata serapiao disse:

      Esse livro é muito amor mesmo, que bom que gostou do blog Beatriz, seja sempre bem-vinda não só na Lateral da Leitura mas em todas as outras partes da Avenida. Vou visitar sim! Beijos

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