#Lateral da Leitura Resenha de “O Corcunda de Notre Dame”

Olá habitantes, hoje venho contar pra vocês de duas histórias, a história de um livro e a minha história enquanto o conhecia. A personagem da resenha de hoje é o famoso Corcunda de Notre Dame de Victor Hugo, ou será que é a própria Catedral?

Se você só conhece essa história pela Disney, a partir desse momento, esquece de absolutamente tudo que você acha que sabe sobre ela. Feito isso, podemos começar nossa conversa.

DSC_0001 ISBN 978-85-378-1088-0

Páginas: 495

Editora: Zahar

                                                                              Sobre a história

A história se passa por meados do século 15 (mais especificamente 1482) e conta sobre o corcunda Quasímodo, o arquidiácono Claude Frollo e a ingênua Esmeralda.

Quasímodo logo quando nasceu foi rejeitado, por ser corcunda e coxo, porém todas essas características negativas não fizeram com que o arquidiácono o rejeitasse e provando ter um bom coração o adotou.

Umas das coisas mais fascinantes do livro é o fato da Catedral de Notre Dame não ser só um cenário, mas uma personagem. E mesmo com todas as caracterizações faz com que nós nos apaixonemos por ela tanto quando o Quasímodo era apaixonado, ele por ter passado tanto tempo lá em cima com os sinos acabou ficando surdo também.

Todas as aventuras do livro começam quando o Frollo se apaixona pela cigana Esmeralda e manda seu “filho”, Quasímodo raptar a garota. Ela é salva pelo seu futuro amante o capitão da guarda Phoebus.

Ele também se apaixona pela garota mesmo já sendo comprometido, e é daí que as tragédias começam, pois o vilão Claude Frollo faz de tudo para ter a cigana e infernizar a vida do casal apaixonado.

Minhas impressões

O Corcunda de Notre Dame ou Notre Dame de Paris, superou todas as minhas expectativas de modo positivo e negativo. Comecei a lê-lo achando que ia ser uma leitura fácil e gostosa como as outras dos clássicos da Zahar, mas estava errada. Com uma linguagem bem densa e muitas, muitas mesmo, caracterizações, eu quase abandonei a leitura duas vezes. Porém, por persistência e por acreditar que valia a pena dar chances para um clássico, retomei a leitura e pacientemente fui me acostumando com as voltas e detalhes de tudo que Victor Hugo adora dar.

Ainda bem que não tive coragem de abandoná-la completamente, pois esse foi um dos romances mais lindos que já li. Principalmente por causa do Quasímodo, que demonstrou amar por um ato de gentileza, provando que mesmo ele podia sentir um sentimento tão puro.

Fica tudo mais fácil com os comentários do Jorge Bastos, esses são umas das melhores coisas das edições da Zahar, pois são com eles que conseguimos interpretar melhor a história e aproveitar o máximo da nossa leitura.

A minha nota pro livro é OITO, porque apesar da densidade a diagramação e a história fazem a leitura valer a pena, recomendo o livro para as pessoas que gostam de clássicos e pra quem já tem costume em ler, simplesmente por não ser uma leitura fácil.DSC_0004 DSC_0005 DSC_0006 DSC_0007

E você? Já leu O Corcunda? Qual foi sua experiência com ele? Me conta aqui nos comentários!

Beijos,

Renata

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