#CantoDoCinema: Resenha “Divergent” (2014)

Olá, habitantes!
O primeiro feriado do mês chegou e esse post é dedicado a todos aqueles que gostam de cinema e adaptação de best-sellers para as telonas. Hoje minha resenha é sobre o filme Divergente, inspirado no livro homônimo que foi escrito por Veronica Roth e teve sua versão cinematográfica dirigida por Neil Burger.

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Assim como Jogos Vorazes, a história de Divergente é uma distopia e tem como principal cenário uma Chicago futurista.
plot é um tanto simples: depois de uma grande guerra, a sociedade fora dividida em 5 facções: a Abnegação, a Amizade, a Audácia, a Sinceridade e a Erudição, sendo que cada uma delas é responsável por cultivar uma virtude. Quando todos os cidadãos completam 16 anos, eles devem escolher em qual facção desejam entrar e não há possibilidade de mudança. Beatrice (Shailene Woodley), uma jovem com a família estruturada em Abnegação, surpreende a todos ao escolher a Audácia, alegando que sente ser egoísta demais para a Abnegação e que deseja ser livre.
Depois de se estruturar, de fato, na facção escolhida, Beatrice, agora somente “Tris”, começa a se interessar por seu instrutor, Quatro (Theo James), que, assim como ela, esconde um grande segredo que pode mudar os rumos da sociedade.

Pode-se dizer que tudo nesse filme é fresco e jovial. A grande maioria dos atores, com poucos filmes no currículo (exceto por Kate Winslet que interpreta uma importante erudita), cumprem bem os papéis a eles designados, principalmente o casal de protagonistas que seguem com uma química quase inabalável durante o filme.
O roteiro também foi bem trabalhado e prende muito mais a atenção do que o de Jogos Vorazes: a história, em si, é mais interessante e menos previsível.
Também há uma dose considerável de ação e um romance água com açúcar porque ninguém é de ferro, não é mesmo?


O diretor Neil Burger, apesar de ter Divergente como seu sétimo longa, já dirigiu outros projetos interessantes como O Ilusionista, da onde podemos identificar algumas referências que surgem em Divergente, como alguns movimentos de câmera e a fotografia mais pálida.
A trilha sonora também é notável no filme: intensa na medida certa e nada monótona.
O filme ainda terá duas continuações (também adaptadas de livros homônimos) Insurgente e Convergente.

Confesso que tenho meus preconceitos cinematográficos. Não me interesso pela grande maioria das adaptações de best-sellers para o cinema, porém, revi meus conceitos por alguns momentos ao assistir Divergente.
Mas que fique registrado: ainda procuro uma adaptação que me livre totalmente dos meus pré- julgamentos.

É isso, habitantes!
Até semana que vem!

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