#CantodoCinema: Resenha “Guardians of the Galaxy”

Olá, habitantes!

Como vão?

Hoje eu vou resenhar o blockbuster mais comentado desse mês: Os Guardiões da Galáxia. Dirigido por James Gunn, o longa trata de um grupo muito peculiar anti-heróis que tenta salvar o universo ao som de uma das melhores playlists dos últimos tempos.

Os leitores fiéis do meu cantinho aqui no blog já sabem: filmes de super-heróis são difíceis de me conquistar. É raro eu tirar alguma conclusão de um longa estilo Marvel e DC além de “explosões que só perdem, ou ganham, pra aquelas do Michael Bay”. Porém, eis que esse grupo formado por um malandro bonitão, a protagonista de Avatar (agora verde), um guaxinim revoltado, um careca azul e forte que não entende metáforas e a árvore humanóide de poucas palavras me fez rir e reconhecer que a Marvel tem lá seus (muitos) méritos.

O filme começa com a morte da mãe de Peter Quill (Chris Pratt), um típico garoto dos anos 70 viciado em música. Ao sair chorando do hospital, o menino é abduzido por um grande nave, em 1982.

Duas décadas depois, eis que Peter, ainda ouvindo as mesmas músicas de sua awesome tape, se tornou um caçador de recompensas espacial, conseguindo capturar um item bastante cobiçado por vários seres da galáxia: o enigmático Orbe. Alguns desses cobiçadores, mais particularmente 3 deles, travam uma luta com Quill no meio de uma movimentada cidade, chamando a atenção da polícia que prende os futuros guardiões da galáxia.

Na prisão, Quill se aproxima dos “ladrões” prometendo-lhes uma parte do lucro que conseguir com o Orbe. Gamora (Zoe Saldana), Groot (Vin Diesel), Rocket (Bradly Cooper) e Drax (Dave Bautista) bolam um plano para sair da prisão e descobrem que há alguém muito perigoso também cobiçando o Orbe.

Apesar de surpreender em diversos aspectos, o filme ainda carrega referências clássicas da Marvel. Exímias cenas de ação, efeitos visuais de encher os olhos, um roteiro um tanto fraco, muitas explosões e uma aparição do simpático Stan Lee estão presentes no filme.

Porém, o que mais diferencia esse longa “heróico” de outros que já assisti é o humor.

E não estou falando de humor físico e caricato, mas sim de algo mais inteligente, presente nos diálogos e em algumas cenas quase nonsense.

Confesso que não segurei a risada quando Quill cita o filme Footloose para Gamora, com direito a desconstrução de enredo e comentários sobre Kevin Bacon, que não são esquecidos pela guardiã.

O fato de Drax não entender metáforas e de Rocket aproveitar toda e qualquer oportunidade para tirar uma com a cara de algum personagem são alguns dos pontos do filme, que, algumas vezes, parece parodiar clássicas ações de heróis como discutir missões em roda e ter um personagem reconhecido por seu “nome de guerra”.

Porém, o ser que mais rouba a cena no filme é Groot, uma árvore mutante que diz apenas “I am Groot” e arranca risadas da audiência. Minha cena favorita com essa fofura é quando ele ataca mais de 30 caras e vira para a câmera com o sorriso mais meigo do mundo. E, claro, a cena dos créditos finais. Vin Diesel gravou mais de 1000 jeitos diferentes de dizer a icônica frase do humanóide, e mais, em vários idiomas.

A trilha sonora full anos 70/80 também é um dos atrativos do longa. A ótima playlist funciona como se a awesome tape de Quill estivesse tocando ao longo do filme, o que pode render alguma nostalgia para os espectadores nascidos nessa época, ou simplesmente para quem eu curte essa época musical.

Stan Lee, com seus 91 anos, ainda surpreende os fãs de quadrinhos . É impressionante a quantidade de Easter Eggs “Marvelescos” em Guardiões da Galáxia e eu ainda tenho esperanças de que, em um futuro próximo , todas as “ligas” (X-men, Vingadores e Guardiões) se juntarão em um só filme.

Prevendo o grande sucesso do filme, James Gunn chegou a anunciar a sequência de Guardiões antes mesmo do filme estrear, e não é que ele estava certo em fazer isso?

Amoleceu uma certa Isabella aqui.

E quem ficou curioso sobre a fofura da cena final:

É isso habitantes.

Até semana que vem!

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