#LateraldaLeitura Androides sonham com ovelhas elétricas?

Boa terça-feira, eu estive fora porque estava viajando e não tinha acesso a internet. Mas agora estou de volta e sexta-feira vai ter resenha de novo pra compensar. Hoje vamos tratar de mais um livro fantástico do Philip K. Dick.

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#LateraldaLeitura Resenha de Fluam, minhas lágrimas, disse o policial

Já pensou acordar um dia e perceber que você deixou de existir?

Fluam, minhas lágrimas, disso o policial conta exatamente sobre isso. Foi a primeira história do Philip K. Dick que eu li, mas já fez com que eu me apaixonasse pelo autor.

fluam_ ISBN: 9788576571308
 Páginas: 256
  Editora: Aleph
“No romance “Fluam, minhas lágrimas, disse o policial”, Philip K. Dick explora os limites entre percepção e realidade, criando uma impressionante distopia na qual Jason Taverner, um dos apresentadores mais populares da TV, um dia acorda sozinho num quarto de hotel e percebe que tudo mudou; que se tornara um ilustre desconhecido. E pior. Descobre que não há qualquer registro legal de sua existência. Dividido agora entre duas realidades, ele vê-se obrigado a recorrer ao submundo da ilegalidade enquanto tenta reaver seu passado e entender o que de fato aconteceu, dando início a uma estranha busca pela própria identidade. Ao unir à trama desconcertante uma sensível incursão no comportamento e nas emoções humanas, Philip K. Dick prende o leitor e faz desse livro um de seus trabalhos mais comoventes. Escrito em 1974, “Fluam, minhas lágrimas, disse o policial” [Flow My Tears, the Policeman Said] foi publicado pela primeira vez no Brasil nos anos 1980, sob o título Identidade Perdida: O Homem que Virou Ninguém. O livro foi indicado aos prêmios Nebula, em 1974, e Hugo, em 1975, ano em que venceu do prêmio John W. Campbell como melhor romance de ficção cientifica. “

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